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Archive for junho 2008

Lucro do grupo São Martinho cai 24,8%, para R$ 64,5 milhões

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O grupo São Martinho, um dos maiores produtores nacionais de álcool e açúcar, registrou lucro de R$ 64 milhões relativo ao ano fiscal de 2007. O número representa uma queda de 24,8% sobre os resultados relativos ao ano anterior e sofreu impacto, segundo a empresa, das despesas com a abertura de capital (R$ 16 milhões) e a redução do volume vendido.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 290,1 milhões no exercício, um número 12,6% sobre o resultado anterior. A receita líquida totalizou R$ 826,5 milhões, um incremento de 2,2%.

O exercício fiscal considera o período entre abril de 2006 e março de 2007 enquanto os resultados são comparados ao período de abril de 2005 a março de 2006.

A receita da São Martinho teve impacto principalmente do aumento dos resultados com as vendas de açúcar e álcool hidratado, favorecidos pela alta dos preços e crescimento no volume de vendas.

No caso do açúcar, as vendas totalizaram R$ 422,7 milhões em 2007, em um incremento de 22% sobre os resultados do ano passado. Já a receita líquida das vendas de álcool hidratado – usado direto no tanque dos carros – foram de R$ 150,6 milhões, em um salto de 51,3% sobre o desempenho em 2006. Para a empresa, a comercialização desse insumo foi beneficiada, entre outras razões, pelo aumento das vendas de carros flex-fuel, além do acréscimo de 55% no preço médio do produto exportado.

As vendas de álcool anidro – que é misturado à gasolina – no entanto, sofreram decréscimo de 34,6% sobre o ano passado. A São Martinho chama a atenção para a redução da percentagem da mistura do produto à gasolina (de 25% para 20%), o que derrubou o volume vendido no mercado interno.

A empresa já aprovou um plano de investimentos da ordem de R$ 550 milhões para os próximos três anos, para aumento de capacidade da usina Boa Vista, com o incremento da capacidade de moeagem em 400 mil toneladas de cana.

Folha

Link: Lucro do grupo São Martinho cai 24,8%, para R$ 64,5 milhões

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28 de junho de 2008 at 09:05

Capitalizada, Company muda de público e de tamanho

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Quarto lugar no ranking das maiores construtoras do Top, a Company atribui o bom desempenho que obteve no ano de 2007 à abertura de capital feita pela companhia na Bolsa de Valores de São Paulo, em 2006. "A abertura nos forneceu recursos para aquisição de terrenos e deu base de capital para alavancar financeiramente e se aproveitar do incremento nos financiamentos imobiliários", diz o diretor financeiro Luiz Rogélio Tolosa.

Com isso, foi possível assumir uma estratégia mais agressiva no mercado. "Mudamos de patamar e de público. Se antes éramos uma empresa pequena e, como a maioria, voltada para o alto padrão e famílias mais sênior, hoje crescemos notadamente em produtos para famílias jovens e de média e baixa rendas."

Como resultado, a Company cresceu 49% em relação a 2006. Ao todo, foram lançadas 10.279 unidades, 1.858 na Grande São Paulo. A empresa ainda atingiu a marca de mais de 6,2 mil unidades em construção. O preço médio dos apartamentos fica em torno de R$ 200 mil.

Segundo o executivo, isso também foi possível graças à estabilidade econômica verificada no ano no País. "Isso elevou o nível de confiança do consumidor que toma financiamento imobiliário para atingir o sonho da casa própria."

Mudanças na lei também favoreceram as negociações, segundo Tolosa, pois tornaram o ambiente jurídico estável. "Notadamente, a alienação fiduciária elevou a confiança dos bancos em entrarem firme nos financiamentos."

Estado

Link: Capitalizada, Company muda de público e de tamanho

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28 de junho de 2008 at 08:30

Oferta de ações poderá ser aprovada em 7 dias úteis pela CVM após processo de registro simplificado

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A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) formalizou hoje a proposta já anunciada de repassar parte do trabalho do registro de ofertas públicas de ações e debêntures de empresas já abertas para entidades auto-reguladoras do mercado, como é o caso da Associação Nacional de Bancos de Investimento (Anbid).

A idéia é que a Anbid ou outras entidades que firmem convênio com a autarquia façam a primeira parte da análise da documentação, repassando para a CVM apenas um relatório final para apreciação. A partir deste momento, a autarquia teria um prazo de sete dias úteis para analisar e aprovar ou rejeitar a oferta.

Se a entidade auto-reguladora conseguir ser mais ágil que a CVM na primeira parte da análise, que atualmente pode durar até 80 dias úteis (entre pedidos de exigência e retornos), isso pode significar uma economia de tempo importante para as empresas.

Muitos emissores reclamam que, se o período entre a decisão sobre a oferta e a efetivação da operação for muito longo, corre-se o risco de o humor do mercado de capitais mudar, atrapalhando a distribuição.

A minuta para a regulamentação desse sistema simplificado de registro de oferta foi colocada hoje em audiência pública. Os agentes do mercado terão até o dia 17 de julho para fazer seus comentários e sugestões.

De acordo com o texto, a CVM se reserva o direito de acompanhar o trabalho feito pela entidade auto-reguladora que se oferecer para realizar este serviço. Os analistas que realizarem o trabalho fora da autarquia também terão que seguir as mesmas limitações impostas aos funcionários da CVM em relação à negociação com valores mobiliários.

A CVM esclarece ainda que o registro simplificado será uma opção do emissor. Ou seja, se a empresa preferir, ela poderá continuar enviando o processo normalmente para a autarquia, como ocorre hoje.

Vale frisar também que esta alternativa mais rápida de registro só valerá para empresas que já forem companhias abertas registradas na CVM. No caso de abertura de capital e oferta pública inicial de ações, o processo terá que ser feito diretamente na autarquia.

Valor

Link: Oferta de ações poderá ser aprovada em 7 dias úteis pela CVM após processo de registro simplificado

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28 de junho de 2008 at 08:18

Publicado em CVM, IPO, Oferta

Receita Anual Permitida e tarifas de transmissão são atualizadas

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A Receita Anual Permitida (RAP) das concessionárias de transmissão de energia elétrica para o período 2008-2009 será reajustada em 15% no próximo dia 1º de julho. O percentual aprovado esta semana pela Aneel vai reajustar a receita das instalações de transmissão integrantes da Rede Básica e das Demais Instalações de Transmissão (DITs) existentes. O percentual já contempla as instalações de transmissão previstas para entrar em operação até 30 de junho do ano que vem.

Com o reajuste, a receita total passará de cerca de R$ 9,2 bilhões para R$ 10,5 bilhões. Desse montante, R$ 452 milhões correspondem à receita total estimada de empreendimentos licitados e autorizados com previsão de entrada em operação comercial entre julho de 2008 e junho de 2009.

Os novos valores da RAP incluem a receita correspondente às instalações existentes (RBSE), às novas instalações (RBNI), às novas instalações autorizadas (RBNIA) e à Parcela de Ajuste (PA). Essas parcelas são corrigidas pela variação do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) ou do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre julho de 2007 e junho de 2008.

As DITs são instalações não integrantes da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN) pertencentes às transmissoras. São constituídas por linhas e equipamentos que operam em tensão inferior a 230 quilovolts (kV).

As Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão (Tust) aplicadas a todos os usuários do Sistema Interligado Nacional (SIN) e a tarifa de transporte da energia elétrica gerada pela usina hidrelétrica de Itaipu também serão reajustadas na próxima terça–feira (01/07). Os novos valores tarifários foram definidos esta semana pela diretoria colegiada da Aneel.

As novas tarifas de uso são resultantes da atualização do valor da Receita Anual Permitida aplicada ao conjunto dos empreendimentos de transmissão integrantes da Rede Básica e Demais Instalações de Transmissão (DIT) compartilhadas, que estão ou entrarão em operação comercial nos próximos 12 meses. Confira aqui os valores que serão cobrados de cada usuário do SIN.

A Tust é paga por geradoras, distribuidoras, consumidores livres e potencialmente livres e comercializadoras que importam e exportam energia elétrica, usuários da Rede Básica do Sistema Interligado. O cálculo da tarifa inclui os itens que compõem a receita das transmissoras; os encargos setoriais; os custos financeiros do PIS/Pasep e da Cofins e a correção pelo índice IGP-M.

No caso de Itaipu, a tarifa de transporte é paga a Furnas Centrais Elétricas pelas concessionárias de distribuição que compram energia da usina. Com o reajuste aprovado pela Aneel, o custo mensal desse transporte – que agrega encargos, tributos e IGP-M – passará de R$ 3.012,28 por megawatt (MW) para R$ 3.378,86 por MW.

Aneel

Link: Receita Anual Permitida e tarifas de transmissão são atualizadas

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28 de junho de 2008 at 08:16

Publicado em Energia, Reajuste, Transmissão

Brasil e EUA ampliam acordo sobre aviação

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Gandalf Wizard
Investidor Informado

O departamento de transportes americano anunciou acordo que poderá ampliar em até 50% o número de vôos entre Brasil e Estados Unidos. O atual tratado de regulação de tráfego entre os dois países, previa permissões para 105 vôos  semanais regulares de passageiros e 24 exclusivamente de cargas. No caso de vôos não regulares 250 de passageiros e 750 de cargas.

O antigo acordo de 1989, limitava em 4, o número de companhias aéreas que cada país poderia autorizar a realizar os vôos.

O acordo fechado hoje, permitirá um número ilimitado de companhias aéreas de cada país autorizadas a realizar os vôos. E altera o número de vôos em etapas sucessivas até 2010, começando em julho de 2008.

O limite de vôos semanais regulares será de 154 em 2010. Os vôos de cargas serão ampliados em julho de 2008 para 35 e para 45 em 2010. Os vôos de carga não regulares serão aumentados para 1000 em julho de 2008 e para 1250 em 2010.

O acordo ainda prevê a adição de 5 novas cidades como destino dos vôos, para as companhias americanas Fortaleza, Curitiba e outras três de livre escolha.

Haverá a liberação, a partir de 2010, para que as companhias possam oferecer serviços de entrega ponto a ponto entre os dois países, com desembarque direto do avião para caminhões de entrega ao consumidor final.

O acordo será implementado imediatamente, com bases recíprocas, até ser sancionado pelos órgãos competentes.

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27 de junho de 2008 at 19:59

Publicado em Aviação, Estados Unidos, TAM

Maior leilão realizado pela Aneel desde 1998 registra o menor deságio médio

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) conseguiu licitar todos os 12 blocos, com 19 linhas de transmissão e 20 subestações, no maior leilão já realizado pela agência reguladora, desde 1998, obtendo o menor deságio médio, de 20,18%. Foram licitados três mil quilômetros de novas linhas de transmissão a serem conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN) em um prazo de até 36 meses.

A Companhia de Transmissão de Energia Paulista (Ceetep) foi a principal vencedora do leilão, levando cinco dos 12 lotes de linhas e subestações ofertados pela Aneel. Controlada pela colombiana ISA, desde 2006, a Ceetep ganhou os três lotes que estão situados em São Paulo (E, H e K), a sua principal área de atuação, levando ainda os lotes I e S, estes últimos situados no Sul do país. Ela pagou o menor (0,39%) e o maior ( 51,27%) deságio do leilão.

O consórcio Amazonas – liderado pela Eletronorte (com 30%) de participação e que tinha ainda a estatal Chesf , com 19,5%, além da espanhola Abengoa (30%) e o Fundo de Investimentos em Participações Brasil Energia (20,5%) – arrematou o lote C, um dos três que formam o trecho do chamado Linhão Tucurui-Manaus-Macapá. O consórcio Amazonas pagou R$ 101,6 milhões, um deságio de 7% sobre a Receita Anual Permitida pela Aneel.

De acordo com o ministro interino de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, é exatamente a licitação dos lotes que integram o chamado “Linhão” que deram maior importância ao leilão desta sexta-feira, ao interligar a região Norte ao resto do Sistema.

“A interligação Tucurui-Macapá-Manaus vai atender a um mercado significativo. Somente o mercado de Manaus, para vocês terem uma idéia, equivale à demanda de 70% do Paraguai e mais do que todo o consumo do estado do Mato Grosso. Então era uma região que tava queimando óleo diesel e onerando o consumidor brasileiro, através da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis (CCC), que subsidiava essa região”, disse Zimmermann.

Segundo cálculos da Aneel, quando as linhas, que compõem o linhão, entrarem em operação, em 2011, o consumidor terá uma redução de R$ 1,5 bilhão por ano referente aos gastos com a CCC. Além disto, o sistema, que hoje é isolado do SIN vai estar 80% conectado ao sistema elétrico do país.

Maior trecho em licitação, com 1.829 quilômetros de linhas de transmissão a serem construídos sobre a floresta Amazônica, o linhão (que tinha ainda os lotes A e B) vai conectar o Norte do Brasil ao Sistema Interligado Nacional, reduzindo os encargos atualmente pagos sob a forma de subsídios pelos consumidores de todo o país – a chamada CCC e que é pago em razão do alto custo da energia consumida naquela região. Considerada vital para as pretensões do governo de interligar o Norte ao restante do país e, conseqüentemente, reduzir o valor da CCC, o lote atenderá à cidade de Manaus, responsável por 80% da CCC.

As empresas espanholas Isolux e Elecnor ganharam outros quatro lotes – dois cada uma. E a Chesf levou, sozinha, o lote G, que engloba uma linha de transmissão e uma subestação na Bahia – sua área de atuação.

Já o consórcio TBE Centro-Oeste, controlado pela EATE (Empresa Amazonenze de Transmissão de Energia), levou o lote D, que compreende cinco linhas de transmissão e duas subestações no Estado de Mato Grosso.

Os 12 lotes e as 19 linhas de transmissão exigirão, na avaliação da Aneel, investimentos de R$ 2,86 bilhões , vão gerar 28,6 mil empregos diretos em 12 estados localizados nas cinco regiões do país.

Agência Brasil

Link: Maior leilão realizado pela Aneel desde 1998 registra o menor deságio médio

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27 de junho de 2008 at 17:34

Publicado em Energia, Leilão, Transmissão

Anheuser-Busch planeja demitir e recomprar mais ações após rejeitar oferta da InBev

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A Anheuser-Busch pretende eliminar 1,29 mil empregos este ano como parte de um plano para impulsionar seu desempenho. Em teleconferência, representantes da fabricante americana da cerveja Budweiser manifestou a intenção de cortar US$ 1 bilhão em custos até 2010, com o grosso nos próximos dois anos.

Segundo o Wall Street Journal (WSJ), a companhia pode oferecer programa de aposentadoria antecipada já neste ano tendo em vista uma redução de 10% a 15% em sua equipe. Quer ainda elevar a recompra de ações neste ano, de US$ 2 bilhões para US$ 3 bilhões, e planeja US$ 4 bilhões em recompras para 2009.

A Anheuser-Busch espera um crescimento de dois dígitos baixos para o lucro por ação em 2008 fiscal, com a meta de US$ 3,13 por ação. No calendário seguinte, a expectativa é de um lucro de US$ 3,01 por papel.

As linhas do programa foram apresentadas um dia depois de o conselho de diretores da empresa determinar que a proposta não-solicitada da belga-brasileira InBev era financeiramente inadequada e não atendia aos melhores interesses dos acionistas da Anheuser-Busch.

"A oferta da InBev subestima significativamente os ativos únicos e as perspectivas da Anheuser-Busch", comentou ontem o presidente do conselho da empresa, Patrick Stokes.

No dia 11 de deste mês, a InBev se propôs a pagar US$ 65 por ação da Anheuser-Busch em dinheiro e já obteve garantia de financiamento de ao menos US$ 40 bilhões com um grupo de bancos para custear a eventual aquisição.

Valor

Link: Anheuser-Busch planeja demitir e recomprar mais ações após rejeitar oferta da InBev

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27 de junho de 2008 at 15:21

Publicado em Anheuser-Busch, InBev, Recompra

Aneel leiloa linhas de transmissão

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) licita hoje 3 mil quilômetros de novas linhas de transmissão no País. Os principais trechos vão conectar os Estados de Manaus e Amapá ao Sistema Interligado Nacional (SIN), garantindo uma economia de cerca de R$ 2 bilhões na Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), subsídio pago por todos os consumidores de energia para as térmicas da região Norte.

Ao todo, serão leiloadas 19 linhas de transmissão e 20 subestações de energia, com investimentos estimados em R$ 2,86 bilhões.

Manaus e Macapá serão ligados à usina de Tucuruí, no Pará, por um conjunto de sete linhas de transmissão, com extensão total de 1,8 mil quilômetros. Para o leilão, o conjunto foi dividido em três lotes.

Atualmente, as duas capitais estão isoladas do SIN e são abastecidas por usinas térmicas a óleo. O sistema interligado permite troca de energia entre as regiões brasileiras, garantindo o melhor aproveitamento dos diversos regimes hidrológicos do País.

A interligação de Manaus vai permitir ainda o "transporte virtual", para o resto do Brasil, do gás da província de Urucu, em meio à floresta amazônica. Isso porque o gás será usado para gerar energia na capital do Amazonas, que será enviada ao SIN nos períodos de seca nos rios da região Norte, onde está a usina de Tucuruí e onde será instalada Belo Monte. Segundo um técnico do setor, essa estratégia tem como objetivo poupar água nos reservatórios das usinas durante os meses de seca.

As linhas para Manaus e Macapá devem ficar prontas entre 2011 e 2012, caso não haja maiores dificuldades nas obras, realizadas em áreas de difícil acesso e com períodos de muita chuva. Será a última região a ser interligada ao SIN, uma vez que já há uma linha em construção para Rondônia e Acre. Essa região receberá ainda outra linha, necessária para escoar a energia das usinas do Rio Madeira, que deve ser licitada em setembro.

No leilão de hoje, a Aneel oferece ainda projetos que têm como objetivo reforçar a rede existente, devido a entrada de novos projetos de geração ou de grandes consumidores no sistema. São nove lotes de linhas e subestações em nove Estados: Bahia, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

A agência habilitou para a disputa 31 empresas, entre estatais, construtoras brasileiras e grupos espanhóis – estes, atualmente, os investidores mais agressivos no setor. Além disso, oito consórcios vão concorrer às concessões. Uma empresa, a Delta Construções, foi desqualificada por descumprimento das exigências do edital. Pelas regras do leilão, vence a empresa que se dispuser a receber a menor tarifa de transporte de energia.

Estado

Link: Aneel leiloa linhas de transmissão

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27 de junho de 2008 at 13:37

Publicado em Energia, Leilão, Transmissão

Ministro quer nova estatal e partilha para o petróleo

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O ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, pretende sugerir ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a criação de uma nova empresa estatal para administrar as gigantescas reservas petrolíferas da camada pré-sal, recentemente descobertas. Responsável pela elaboração de um novo modelo de exploração de petróleo, Lobão deverá apresentar em até 60 dias a conclusão dos estudos feitos pelo ministério. Após analisar as sugestões feitas nas últimas semanas, ele acredita que a melhor solução será adotar o regime de partilha da produção, o que exigirá mudanças na atual Lei do Petróleo.

"Seria uma empresa 100% da União, 100% do povo brasileiro", define Lobão. Nos países que adotam esse modelo, a estatal tem a tarefa de ditar o ritmo de produção e supervisionar a exploração dos campos. Não seria uma empresa para perfurar poços e extrair óleo do pré-sal – para isso, ela contrataria a Petrobras e outras petroleiras como prestadoras de serviço. Para o ministro, é uma função que não pode caber à Petrobras. "Não dá. Mais de 40% da Petrobras está em mãos privadas", argumenta. "Ninguém vai tirar a propriedade daqueles que compraram suas ações. Mas o patrimônio que está embaixo da terra é de todos os brasileiros".

Lobão rejeita, a princípio, a solução defendida pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, que reúne as grandes empresas do setor, que pedem um decreto presidencial para aumentar a tributação atual, sem mudança no modelo de concessão. Hoje, as participações especiais – cobrados em campos de alta produtividade – têm limite de 40%. "Esses 40%, 60% ou 80% podem ser mínimos, insuficientes. Ou podem acabar se revelando exagerados mais adiante. Então é melhor que se retenham logo os recursos em um órgão do Estado", assinala.

O ministro ressalta que ainda não há uma decisão e que os contratos existentes serão preservados. Em entrevista ao Valor, Lobão defendeu também o aumento da tributação sobre a produção de minérios, prometeu reformas na legislação do setor e acenou com a abertura da operação de usinas nucleares ao setor privado, em parceria com a Eletrobrás.

Valor

Link: Ministro quer nova estatal e partilha para o petróleo

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27 de junho de 2008 at 08:47

CSN anuncia siderúrgica de US$ 6 bi em Pernambuco

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A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) anunciou hoje a instalação de uma siderúrgica no Pólo Industrial e Portuário de Suape, no município de Ipojuca, em Pernambuco. A previsão é de produção, dentro de seis anos, de 3,5 milhões de toneladas anuais de aços especiais de alto valor agregado, num investimento total de US$ 6 bilhões, para atender a todos os segmentos da indústria – de linha branca a naval e automobilística. Hoje, esta produção equivaleria a 10% da produção nacional de aço.

De acordo com o diretor executivo de produção da CSN, Enéas Garcia Diniz, o início da construção da siderúrgica, em uma área de 337 hectares nas ilhas de Cocaia e Tatuoca, deve acontecer no primeiro semestre de 2009. A previsão é que ela comece a operar 30 meses depois, produzindo 500 mil toneladas de vergalhão e fio máquina. Nesta primeira fase o investimento será de US$ 1,3 bilhão. Depois serão agregados mais US$ 4,7 bilhões em duas etapas.

"É o maior empreendimento da história de Pernambuco", comemorou o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Fernando Bezerra Coelho. Segundo ele, todos os grandes projetos em andamento em Pernambuco – refinaria Abreu e Lima, estaleiro Atlântico Sul e duas plantas petroquímicas (POY e PTA) -, juntos, totalizam o investimento final da siderúrgica.

A planta ainda depende de licença ambiental. A CSN possui hoje uma única siderúrgica, em Volta Redonda, no Rio. Além da de Pernambuco, uma outra siderúrgica será implantada em Congonhas, em Minas Gerais.

Estado

Link: CSN anuncia siderúrgica de US$ 6 bi em Pernambuco

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27 de junho de 2008 at 06:33

Publicado em Aço, CSN, Pernambuco